16 de outubro de 2011

Cap. XX - Paris, Paris!

A Bastilha, historicamente, é conhecida por ter sido uma prisão - assim funcionando desde o início do século XVII  até o final do século XVIII -  onde hoje está situada a Place de la Bastille ("Praça da Bastilha") em Paris. Além da nova edificação, a praça é ponto de encontro de músicos e artistas.

A Bastilha ficou conhecida também, por ter sido o palco do evento histórico a Queda da Bastilha, em 14 de Julho de 1789, o qual  está entre os fatos mais importantes do início da Revolução Francesa.

Um roteiro que pode parecer estranho ou meio gótico, são os cemitérios que também são atrativos turísticos em Paris.

O cemitério Père Lachaise é o maior de Paris e um dos  mais famosos  do mundo.
Em 21 de maio de 1804, o cemitério foi oficialmente aberto para uma primeira inumação; a de uma pequena menina de cinco anos.

Lá encontram-se os túmulos de personalidades como Oscar Wilde, Jean de La Fontaine, Eugène Delacroix, Amedeo Modigliani, Fernand Braudel, Auguste Comte, Frédéric Chopin, Jim Morrison, Allan Kardec, entre tantos outros.

A concepção do Père-Lachaise foi confiada ao arquiteto neoclássico Alexandre Théodore Brongniart  em 1803 e, desde a sua abertura, o cemitério conheceu cinco ampliações: em 1824, 1829, 1832, 1842 e 1850, passando de 17 hectares  a 43 hectares. A arquitetura, o clima, as árvores, compõem uma paisagem cinematográfica.
Um evento imperdível em Paris foi a Exposição de Monet no Grand Palais. Não conseguimos comprar os bilhetes de entrada pela internet, pois já estavam esgotados, então tivemos que enfrentar três horas de fila. A exposição continha um acervo vasto das obras de Monet, do início ao fim de sua carreira,

O Grand Palais foi concebido como um "Monumento consagrado pela República à glória da arte francesa".
Começou a ser construído em 1897 para albergar aexposição Universal de 1900. 
No dia 12 de junho de 1975, a nave central do edifício foi catalogada como Monumento Histórico, classificação que se estendeu no dia 6 de novembro de 2000  à totalidade dos 40.000 m² do Grand Palais.

 Voltamos ao Louvre para a segunda visita. Desta vez fomos para a Ala Egípcia, imperdível para pesquisadores ou simplesmente curiosos do assunto. Desde objetos domésticos a instrumentos musicais, arte e religiosos, a ala egípcia pode ser apreciada em 3,  4 horas ou mais,  dependendo do interesse do observador.


Estamos chegando ao final, penúltimo capítulo: Escala em Lisboa.

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